1988
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA
Prevê o pleno desenvolvimento dos cidadãos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação; garante o direito à escola para todos; e coloca como princípio para a Educação o “acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um”.
1989
LEI Nº 7.853/89
Define como crime recusar, suspender, adiar, cancelar ou extinguir a matrícula de um estudante por causa de sua deficiência, em qualquer curso ou nível de ensino, seja ele público ou privado. A pena para o infrator pode variar de um a quatro anos de prisão, mais multa.
1990
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (ECA)
Garante o direito à igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola, sendo o Ensino Fundamental obrigatório e gratuito (também aos que não tiveram acesso na idade própria); o respeito dos educadores; e atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular.
1994
DECLARAÇÃO DE SALAMANCA
O texto, que não tem efeito de lei, diz que também devem receber atendimento especializado crianças excluídas da escola por motivos como trabalho infantil e abuso sexual. As que têm deficiências graves devem ser atendidas no mesmo ambiente de ensino que todas as demais.
1996
LEI E DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL (LBD)
A redação do parágrafo 2o do artigo 59 provocou confusão, dando a entender que, dependendo da deficiência, a criança só podia ser atendida em escola especial. Na verdade, o texto diz que o atendimento especializado pode ocorrer em classes ou em escolas especiais, quando não for possível oferecê-lo na escola comum.
2000
LEIS Nº10.048 E Nº 10.098
A primeira garante atendimento prioritário de pessoas com deficiência nos locais públicos. A segunda estabelece normas sobre acessibilidade física e define como barreira obstáculos nas vias e no interior dos edifícios, nos meios de transporte e tudo o que dificulte a expressão ou o recebimento de mensagens por intermédio dos meios de comunicação, sejam ou não de massa.
2001
DECRETO Nº3.956 (CONVENÇÃO DA GUATEMALA)
Põe fim às interpretações confusas da LDB, deixando clara a impossibilidade de tratamento desigual com base na deficiência. O acesso ao Ensino Fundamental é, portanto, um direito humano e privar pessoas em idade escolar dele, mantendo-as unicamente em escolas ou classes especiais, fere a convenção e a Constituição
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA
Prevê o pleno desenvolvimento dos cidadãos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação; garante o direito à escola para todos; e coloca como princípio para a Educação o “acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um”.
Quer saber mais?
BIBLIOGRAFIA
Direitos das Pessoas com Deficiência, Eugênia Augusta Gonzaga Fávero, 342 págs., Ed. WVA, tel.(21) 2493-7610, 40 reais
Retirado no dia 14.12.2010, do site: http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/inclusao-no-brasil/leis-diversidade-424523.shtm
"O Mestre na arte da vida faz pouca distinção entre o seu trabalho e o seu lazer, entre a sua mente e o seu corpo, entre a sua educação e a sua recreação, entre o seu amor e a sua religião. Ele dificilmente sabe distinguir um corpo do outro. Ele simplesmente persegue sua visão de excelência em tudo que faz, deixando para os outros a decisão de saber se está trabalhando ou se divertindo. Ele acha que está sempre fazendo as duas coisas simultaneamente." Zen-Budista
quinta-feira, 3 de março de 2011
Adaptações físicas para aluno cadeirante
Que adaptações físicas devemos fazer na sala de aula considerando o aluno cadeirante e como adaptá-lo a sala de aula?
A escola que irá receber um aluno cadeirante necessita de um detalhado estudo sobre o seu desenvolvimento geral, seu histórico de aprendizagem, é preciso fazer um diagnóstico cuidadoso para saber se ele necessita de um "Plano Individualizado de Adequação Curricular".
É fundamental tratar essa aluno como uma pessoa com condições mentais normais, que necessita apenas de uma adaptação física e estrutural para melhor se adaptar ao ambiente e assim conseguir ser independente.
A integração em sala de aula é fundamental. A professora deverá conversar com seus alunos primeiramente sobre a deficiência do novo aluno, explicando toda situação do cadeirante.
Para incluir um aluno com deficiência física na escola é necessário que a escola possua adaptações coerentes com a necessidade do aluno como: portas largas, rampas de acesso, cadeira adaptada (deitar), mesa acoplada na cadeira de rodas, entre outros.
Os alunos precisam estar preparados para receber o colega deficiente. O professor deve explicar que deficiência física não tem nada a ver com deficiência mental, a deficiência física afeta a parte motora e não a parte cognitiva da pessoa. Muitas vezes a discriminação acontece pela falta de conhecimento, ou por não saber lidar com uma situação nova, que não é comum.
O aluno com limitações motoras na sala de aula
1.O aluno deve ficar sempre na frente e no meio da sala, pois isto facilita a sua atenção e integração na turma.
2.O aluno deve ser tratado com naturalidade e sua participação nas atividades em grupo deve ser sempre estimulada.
3.Poderá ser necessário que o aluno tenha um tempo maior que os outros para realizar as atividades, quando a sua dificuldade motora for também no membro superior. Lembre-se que ele tem esse direito.
4.Alguns podem utilizar-se de adaptações para escrita, máquinas de escrever ou até mesmo computadores para escrever.
5.Para as atividades extra-classe é importante avaliar previamente a acessibilidade do local para garantir que o aluno possa ir, sem maiores transtornos ou constrangimentos.
6.Quando o aluno tiver uma dificuldade cognitiva associada à limitação motora poderá ser necessária alguma adaptação curricular.
7.O aluno pode necessitar de algum auxílio ao entrar e sair da sala; ofereça ajuda, se puder e desejar.
8.A sala de aula deve ser organizada de forma a que o aluno cadeirante possa circular sem dificuldades.
Fonte:Fonte: http://grupotetraplegia.wikispaces.com/
www.deficienteciente.blogspot.com
ANEMIA X BAIXA VISÃO
ANEMIA FALCIFORME E COMPLICAÇÕES OCULARES
A Doença Falciforme pode causar complicações oftalmológicas que acarretam em comprometimento da visão. A não ser que o exame oftalmológico inclua uma completa avaliação da retina posterior e periférica com dilatação da pupila, estas complicações podem passar despercebidas, logo no início do quadro.
A retinopatia proliferativa pode levar à hemorragia vítrea e descolamento de retina. A fotocoagulação por laser pode beneficiar muitos pacientes com retinopatia proliferativa. Se uma percentagem de pacientes que desenvolvem trações retinianas fibróticas forem encaminhado à oftalmologia e receberem tratamento apropriado podem ter uma cegueira evitada.
Uma vez diagnosticado um deslocamento ou uma hemorragia vítrea, a intervenção cirúrgica geralmente é útil para a recuperação da visão.
Recomenda-se que os pacientes com retinopatia de Doença Falciforme tenha um check up oftalmológico, incluindo oftalmoscopia indireta, de 6/6 meses. Estes exames devem ser iniciados na infância.
Os pacientes com retinopatia moderada e grave devem ser submetidos à angiografia pós fluoresceína e ser seguidos pelo especialista. O mesmo deve ser feito para os casos de alteração súbita na acuidade visual ou quando houver traumatismo ocular. Um traumatismo geralmente está associado com aumento da pressão intraocular e os pacientes com Doença Falciforme mesmo com uma leve elevação desta pressão podem ter como resultado final a perda permanente da visão.
RETINOPATIA NÃO PROLIFERATIVA
Embora as oclusões vasculares de retina sejam geralmente observadas na infância, a neovascularização retiniana geralmente ocorre na 2ª e 3ª décadas da vida. A neovascularização retiniana é mais comum na hemoglobinopatia C, mas também é vista na Anemia Falciforme e Sb Talassemia.
A evolução da neovascularização é afetada pela idade do paciente como dito acima e pelo tipo de hemoglobinopatia. Há um aumento da prevalência nos pacientes com hemoglobinopatia SC e com o avançar da idade. É desconhecido o motivo pelo qual a neovascularização progride rapidamente em alguns pacientes e em outros está ausente. Uma vez detectada a sua presença, os fatores de risco para a hemorragia estão na dependência da quantidade de neovascularização e da presença de Hb SC.
Uma retinopatia não tratada pode ter como conseqüência uma cegueira devida a uma hemorragia vítrea ou descolamento de retina. A fotocoagulação com laser geralmente é eficaz para a erradicação da retinopatia proliferativa.
HEMORRAGIA VITREA E DESCOLAMENTO DE RETINA
A retinopatia proliferativa causa hemorragia vítrea. A degeneração e fibrose secundárias à hemorragia vítrea podem levar ao descolamento por tração da retina. Estas são as causas mais comuns de cegueira na Anemia Falciforme.
No caso de se diagnosticar uma hemorragia vítrea que não involua no prazo de 3 a 6 meses ou se houver um descolamento retiniano normalmente o oftalmologista indicará cirurgia. A eritracitaferese é recomendada para todos os pacientes com Doença Falciforme que serão submetidos à uma cirurgia oftalmológica para se evitar possíveis complicações no pós operatório como hifema e necrose isquemica da câmara anterior do olho.
A Doença Falciforme pode causar complicações oftalmológicas que acarretam em comprometimento da visão. A não ser que o exame oftalmológico inclua uma completa avaliação da retina posterior e periférica com dilatação da pupila, estas complicações podem passar despercebidas, logo no início do quadro.
A retinopatia proliferativa pode levar à hemorragia vítrea e descolamento de retina. A fotocoagulação por laser pode beneficiar muitos pacientes com retinopatia proliferativa. Se uma percentagem de pacientes que desenvolvem trações retinianas fibróticas forem encaminhado à oftalmologia e receberem tratamento apropriado podem ter uma cegueira evitada.
Uma vez diagnosticado um deslocamento ou uma hemorragia vítrea, a intervenção cirúrgica geralmente é útil para a recuperação da visão.
Recomenda-se que os pacientes com retinopatia de Doença Falciforme tenha um check up oftalmológico, incluindo oftalmoscopia indireta, de 6/6 meses. Estes exames devem ser iniciados na infância.
Os pacientes com retinopatia moderada e grave devem ser submetidos à angiografia pós fluoresceína e ser seguidos pelo especialista. O mesmo deve ser feito para os casos de alteração súbita na acuidade visual ou quando houver traumatismo ocular. Um traumatismo geralmente está associado com aumento da pressão intraocular e os pacientes com Doença Falciforme mesmo com uma leve elevação desta pressão podem ter como resultado final a perda permanente da visão.
RETINOPATIA NÃO PROLIFERATIVA
Embora as oclusões vasculares de retina sejam geralmente observadas na infância, a neovascularização retiniana geralmente ocorre na 2ª e 3ª décadas da vida. A neovascularização retiniana é mais comum na hemoglobinopatia C, mas também é vista na Anemia Falciforme e Sb Talassemia.
A evolução da neovascularização é afetada pela idade do paciente como dito acima e pelo tipo de hemoglobinopatia. Há um aumento da prevalência nos pacientes com hemoglobinopatia SC e com o avançar da idade. É desconhecido o motivo pelo qual a neovascularização progride rapidamente em alguns pacientes e em outros está ausente. Uma vez detectada a sua presença, os fatores de risco para a hemorragia estão na dependência da quantidade de neovascularização e da presença de Hb SC.
Uma retinopatia não tratada pode ter como conseqüência uma cegueira devida a uma hemorragia vítrea ou descolamento de retina. A fotocoagulação com laser geralmente é eficaz para a erradicação da retinopatia proliferativa.
HEMORRAGIA VITREA E DESCOLAMENTO DE RETINA
A retinopatia proliferativa causa hemorragia vítrea. A degeneração e fibrose secundárias à hemorragia vítrea podem levar ao descolamento por tração da retina. Estas são as causas mais comuns de cegueira na Anemia Falciforme.
No caso de se diagnosticar uma hemorragia vítrea que não involua no prazo de 3 a 6 meses ou se houver um descolamento retiniano normalmente o oftalmologista indicará cirurgia. A eritracitaferese é recomendada para todos os pacientes com Doença Falciforme que serão submetidos à uma cirurgia oftalmológica para se evitar possíveis complicações no pós operatório como hifema e necrose isquemica da câmara anterior do olho.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Reunião de Pais
Primeira Reunião de Pais
ORGANIZANDO A PRIMEIRA REUNIÃO DE PAIS
A primeira Reunião de pais do ano é seguramente o primeiro contato que se configura entre o docente e este novo grupo de pais. É a porta que se abre para construir o vínculo que manterá unido em um mesmo caminho e a um único objetivo: o desenvolvimento da criança.
O ingresso ou regresso à Educação Infantil gera sensações como: ansiedade, temor, angústia, nostalgia, culpa, despertar,preocupação, etc. Por isso, é sumamente importante que o docente elabore pautas claras e fundamente a importância e a necessidade da integração da família e a escola, não só para as crianças se adaptarem, mas, para que aconteça um sucesso nesta longa relação.
ATIVIDADES PRÉVIAS:
1 - ESTUDE BEM AS CARACTERÍSTICAS DA FAIXA ETÁRIA DAS CRIANÇAS DE SUA TURMINHA E LISTE OS PONTOS MAIS IMPORTANTES;
2 - PREPARE A SALA DEIXANDO O AMBIENTE BEM AGRADÁVEL, ORGANIZADO E ACONCHEGANTE;
3 - ORGANIZE-SE EM CIMA DE UMA PAUTA, COLOCANDO OS ITENS QUE PRETENDE ABORDAR, DENTRO DAS NORMAS DA ESCOLA;
4 - SEJA CLARA E COMUNIQUE-SE COM SEGURANÇA, MOSTRANDO QUE VOCÊ DOMINA O QUE ESTÁ FALANDO;
5 - ESTABELEÇA UMA RELAÇÃO DE CONFIANÇA COM OS PAIS. AFINAL, É NECESSÁRIA A PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA PARA QUE O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM SE DÊ DE FORMA COMPLETA E EFICAZ;
6 - MOSTRE-SE ABERTA A SUGESTÕES;
7 - PARA FINALIZAR, LEIA UM TEXTO OU FRASE QUE OS SENSIBILIZE E QUE ESTEJA RELACIONADO AOS OBJETIVOS DO ANO, COMO POR EXEMPLO "CONSTRUIR" UM ALUNO INDEPENDENTE.
Fonte: Amo a Educação Infantil
ORGANIZANDO A PRIMEIRA REUNIÃO DE PAIS
A primeira Reunião de pais do ano é seguramente o primeiro contato que se configura entre o docente e este novo grupo de pais. É a porta que se abre para construir o vínculo que manterá unido em um mesmo caminho e a um único objetivo: o desenvolvimento da criança.
O ingresso ou regresso à Educação Infantil gera sensações como: ansiedade, temor, angústia, nostalgia, culpa, despertar,preocupação, etc. Por isso, é sumamente importante que o docente elabore pautas claras e fundamente a importância e a necessidade da integração da família e a escola, não só para as crianças se adaptarem, mas, para que aconteça um sucesso nesta longa relação.
ATIVIDADES PRÉVIAS:
1 - ESTUDE BEM AS CARACTERÍSTICAS DA FAIXA ETÁRIA DAS CRIANÇAS DE SUA TURMINHA E LISTE OS PONTOS MAIS IMPORTANTES;
2 - PREPARE A SALA DEIXANDO O AMBIENTE BEM AGRADÁVEL, ORGANIZADO E ACONCHEGANTE;
3 - ORGANIZE-SE EM CIMA DE UMA PAUTA, COLOCANDO OS ITENS QUE PRETENDE ABORDAR, DENTRO DAS NORMAS DA ESCOLA;
4 - SEJA CLARA E COMUNIQUE-SE COM SEGURANÇA, MOSTRANDO QUE VOCÊ DOMINA O QUE ESTÁ FALANDO;
5 - ESTABELEÇA UMA RELAÇÃO DE CONFIANÇA COM OS PAIS. AFINAL, É NECESSÁRIA A PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA PARA QUE O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM SE DÊ DE FORMA COMPLETA E EFICAZ;
6 - MOSTRE-SE ABERTA A SUGESTÕES;
7 - PARA FINALIZAR, LEIA UM TEXTO OU FRASE QUE OS SENSIBILIZE E QUE ESTEJA RELACIONADO AOS OBJETIVOS DO ANO, COMO POR EXEMPLO "CONSTRUIR" UM ALUNO INDEPENDENTE.
Fonte: Amo a Educação Infantil
FASE DE ADAPTAÇÃO
A vinda para a escola é muitas vezes, uma fase difícil para mãe e filho, principalmente quando é a primeira vez que a criança vai deixar a mãe para ficar num ambiente que não é familiar.
A mãe por sua vez, também fica ansiosa e insegura, ela quer e precisa deixar a criança mas, geralmente tem aquele sentimento de dó e muitas vezes até chora. É o segundo cordão umbilical que deve ser cortado e para a mãe, isto pode representar uma perda.
Na maioria das vezes, a criança sente medo, chora e não quer ficar, o que é uma reação normal, pois ali, tudo é novo para ela, ainda não tem vínculos com ninguém e com nada.
Cabe à escola, orientar os pais, mostrando-lhes que tais reações fazem parte da adaptação, que a criança precisa de um tempo e da segurança (que eles devem passar isso para ela), até a criança e as pessoas da escola criarem vínculos de confiança e afetividade.
Ao receber uma criança, a escola recebe uma FAMÍLIA. É muito importante, haver momento onde os pais e a professora possam conversar para se conhecerem um pouco e já criar os primeiros vínculos de confiabilidade.
Há várias formas de lidar com esta fase, quando há também crianças que não têm "dificuldades" de adptação.
Para aqueles que demonstram dificuldade, é prudente orientar os pais para ficarem em um determinado lugar, sem que a criança os veja, só para terem a certeza de que tudo vai ficar bem.
O Horário deve ser gradativo, combinam de pegar a criança mais cedo até a criança se acostumar.
Outro recurso que deve ser usado também, é a criança levar seu travesserinho, almofada, bichinho ou brinquedo preferido para não se sentir sozinha.
Quando os pais forem muito ansiosos e a adaptação não acontecer, sugere-se que outra pessoa leve a criança: a babá, tia, avó ou vizinha.
O gratificante é que, com o tempo e no final deste período, aquela criança chorona e insegura torna-se saltitante, risonha e feliz no meio dos coleguinhas e com as pessoas da escola. É um mundo novo que começou...
Fonte: Uni-Duni-tê (prazer em aprender) Ed. CEDIC
A mãe por sua vez, também fica ansiosa e insegura, ela quer e precisa deixar a criança mas, geralmente tem aquele sentimento de dó e muitas vezes até chora. É o segundo cordão umbilical que deve ser cortado e para a mãe, isto pode representar uma perda.
Na maioria das vezes, a criança sente medo, chora e não quer ficar, o que é uma reação normal, pois ali, tudo é novo para ela, ainda não tem vínculos com ninguém e com nada.
Cabe à escola, orientar os pais, mostrando-lhes que tais reações fazem parte da adaptação, que a criança precisa de um tempo e da segurança (que eles devem passar isso para ela), até a criança e as pessoas da escola criarem vínculos de confiança e afetividade.
Ao receber uma criança, a escola recebe uma FAMÍLIA. É muito importante, haver momento onde os pais e a professora possam conversar para se conhecerem um pouco e já criar os primeiros vínculos de confiabilidade.
Há várias formas de lidar com esta fase, quando há também crianças que não têm "dificuldades" de adptação.
Para aqueles que demonstram dificuldade, é prudente orientar os pais para ficarem em um determinado lugar, sem que a criança os veja, só para terem a certeza de que tudo vai ficar bem.
O Horário deve ser gradativo, combinam de pegar a criança mais cedo até a criança se acostumar.
Outro recurso que deve ser usado também, é a criança levar seu travesserinho, almofada, bichinho ou brinquedo preferido para não se sentir sozinha.
Quando os pais forem muito ansiosos e a adaptação não acontecer, sugere-se que outra pessoa leve a criança: a babá, tia, avó ou vizinha.
O gratificante é que, com o tempo e no final deste período, aquela criança chorona e insegura torna-se saltitante, risonha e feliz no meio dos coleguinhas e com as pessoas da escola. É um mundo novo que começou...
Fonte: Uni-Duni-tê (prazer em aprender) Ed. CEDIC
POLÍTICAS EDUCACIONAIS E ADAPTAÇÕES CURRICULARES
INCLUSÃO
1) BASE LEGAL
RESOLUÇÃO CNE-CEB – N. 2, DE 11 DE SETEMBRO DE 2001.
DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL NA EDUCAÇÃO BÁSICA
ALUNOS A SEREM INCLUÍDOS:
A) Dificuldades acentuadas na aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que dificultem o acompanhamento das atividades curriculares, sendo estas dificuldades não vinculadas à uma causa orgânica específica, ou relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências.
B) Dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais alunos, demandando utilização de linguagens e códigos aplicáveis.
C) Altas habilidades, superdotação, grande facilidade de aprendizagem que os leve a dominar rapidamente conceitos, procedimentos e atitudes.
2) BASE MORAL
Coragem e vontade, ou seja, disponibilidade, para o novo. Atuação mutiprofissional (saúde, direito, assistência social, trabalho, educação) para se expandir e multiplicar as atitudes de inclusão, sendo assim percebida, modificada e aprimorada.
ACESSIBILIDADE
Art. 12. Os sistemas de ensino, nos termos da Lei n. 10.098 de 2000 e da Lei n. 10.172 de 2001, devem assegurar a acessibilidade aos alunos que apresentem necessidades educacionais especiais, mediante a eliminação de barreiras arquitetônicas urbanísticas, na edificação – incluindo instalações, equipamentos e mobiliário – e nos transportes escolares, bem como de barreiras nas comunicações, provendo as escolas de recursos humanos e materiais necessários.
CONDIÇÕES FÍSICAS PARA AS ADAPTAÇÕES
Ambiente – conjunto de condições materiais, culturais, psicológicas, e morais que envolvam uma ou mais pessoas, atmosfera. O que rodeia ou envolve por todos os lados e constitui o meio em que se vive.
Espaço – Extensão ideal, sem limites, que contem todas as extensões finitas e todos os corpos ou objetos existentes ou possíveis
Tempo – Determina profundidade ou superficialidade da ação. Determina a pertinência ou a ignorância da ação. Determina a ideologia da ação. Quanto maior for o tempo, maiores serão as chances de aquelas ações darem certo.
Na educação inclusiva, quando maior tempo for usado, maiores são as chances de as ações darem certo.
CONDUTAS TÍPICAS
01) DISTURBIOS DE ATENÇÃO – causas biológicas, fenomenológicas, psicológicas, comportamentais, sociológicas, ecológicas.
02) HIPERATIVIDADE – causas biológicas, fenomenológicas, psicológicas, comportamentais, sociológicas, ecológicas.
03) IMPULSIVIDADE – causas biológicas, fenomenológicas, psicológicas, comportamentais, sociológicas, ecológicas.
04) ALHEAMENTO – causas biológicas, fenomenológicas, psicológicas, comportamentais, sociológicas, ecológicas.
05) AGRESSIVIDADE FÍSICA E OU VERBAL – causas biológicas, fenomenológicas, psicológicas, comportamentais, sociológicas, ecológicas.
Explicando as causas:
a) Causas biológicas: a herança genética, as anormalidades bioquímicas, as anormalidades neurológicas, as lesões no sistema nervoso central.
b) Causas fenomenológicas: o conhecimento equivocado sobre si mesmo, o uso inadequado de mecanismos de defesa, sentimentos, pensamentos e eventos subjetivos.
c) Causas psicológicas: os processos psicológicos, o funcionamento da mente (id, ego e superego), as predisposições herdadas (processos instintivos) e experiências traumáticas na primeira infância.
d) Causas comportamentais: eventos ambientais, tais como falha na aprendizagem de comportamentos adaptativos, aprendizagem de comportamentos não adaptativos e o desenvolvimento de comportamentos de não adaptativos por circunstancias ambientais estressantes.
e) Causas sociológicas: a rotulação, a transmissão cultural, a desorganização social, a comunicação destorcida, a associação diferencial, e interações negativas com outras pessoas.
INCLUSAO
Movimento social voltado para produzir a igualdade de oportunidades para todos. Quando foca sob o ângulo individual, a inclusão supõe que cada um tenha a oportunidade de fazer suas próprias escolha e, em conseqüência, construir sua própria identidade pessoal e social. A isso, a literatura especializada chama de autodeterminação.
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Conjunto de processos educacionais decorrentes da execução de políticas articuladas impeditivas de qualquer forma de segregação e de isolamento. Essas políticas buscam alargar o acesso à escola regular, ampliar a participação e assegurar a permanência de todos os alunos nela, independentemente de suas particularidades.
ESCOLA INCLUSIVA
Instituição de ensino regular aberta à matricula de todos os alunos indistintamente.
ALUNO COM DEFICIÊNCIA
Individuo com certa restrição física, mental ou sensorial, de natureza permanente ou transitória, que limita a capacidade de exercer uma mais atividades essenciais a vida diária, causada ou agravada pelo ambiente econômico e social – Convenção da Guatemala – Decreto 3.956 de 2001.
PERCURSO HISTÓRICO SOCIAL
a) Extermínio – Histórico
b) Segregação em asilos e instituições especializadas
c) Inclusão
d) Integração
PERCURSO HISTORICO LEGAL
a) Constituição Federal de 1988
b) LDB 9394 de 1996 CAPITULO V – DA EDUCAÇÃO ESPECIAL Art. 58
c) DNEE na EB – Resolução n. 02 de 2001 Artigo 3
FINALIDADES
a) APOIAR – professor e aluno.
b) COMPLEMENTAR – currículo (atendimento contra-turno).
c) SUPLEMENTAR – enriquecer currículo (superdotados).
d) SUBSTITUIR – serviços educacionais mais comuns.
ADAPTAÇÕES VIAVEIS
a) Acessibilidade
b) Infra Estrutura
c) Pedagógicas
d) Currículo
ADAPTAÇÕES CURRICULARES
a) Projeto político pedagógico
b) Currículo da classe – atividades em sala
c) Individualizadas do currículo – atuação docente na avaliação e atendimento.
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – AEE
Para promover condições para que se possa ter desenvolvimento em classe comum. Função complementar ou suplementar a formação do aluno por meio da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem as barreiras para sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de sua aprendizagem.
Público
a) alunos com deficiência – aqueles que tem impedimentos de longo prazo de deficiência física, intelectual, mental ou sensorial.
b) com transtornos globais do desenvolvimento – apresentam quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras, incluindo autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação.
c) com altas habilidades ou superdotação – aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou combinadas – intelectual, liderança, psicomotora, artes e criatividade.
FUNDEB – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação
– Decreto n. 6.571 de 2008 – Lei n. 11. 494 de 20 de junho de 2007.
- Obrigatoriedade dos alunos da Educação Especial, na escola comum de ensino e na oferta do AEE.
- Financiamento da matricula no AEE é vinculada a matricula no ensino regular da rede pública.
- Contempla
a) matricula em classe comum e em sala de recursos multifuncionais da mesma escola publica ou em outra.
b) matricula em classe comum e em centro de atendimento educacional especializado de instituição de Educação Especial pública ou em instituição de Educação Especial privada sem fins lucrativos.
ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DO AEE:
a) Identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias considerando as necessidades especificas dos alunos público-alvo da Educação Especial.
b) Elaborar e executar plano de atendimento educacional especializado, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade.
c) Organizar o tipo e o numero de atendimentos aos alunos na sala de recursos multifuncionais.
d) Acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e da acessibilidade na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da escola.
e) Estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégicas e na disponibilização de recursos de acessibilidade.
f) Orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno.
g) Ensinar e usar a tecnologia assistiva de forma a ampliar habilidades funcionais dos alunos, promovendo autonomia e participação.
h) Estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando à disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias que promovem a participação dos alunos nas atividades.
Fonte: http://edmarciuscarvalho.blogspot.com/2010/10/politicas-educacionais-e-adaptacoes.html
1) BASE LEGAL
RESOLUÇÃO CNE-CEB – N. 2, DE 11 DE SETEMBRO DE 2001.
DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL NA EDUCAÇÃO BÁSICA
ALUNOS A SEREM INCLUÍDOS:
A) Dificuldades acentuadas na aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que dificultem o acompanhamento das atividades curriculares, sendo estas dificuldades não vinculadas à uma causa orgânica específica, ou relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências.
B) Dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais alunos, demandando utilização de linguagens e códigos aplicáveis.
C) Altas habilidades, superdotação, grande facilidade de aprendizagem que os leve a dominar rapidamente conceitos, procedimentos e atitudes.
2) BASE MORAL
Coragem e vontade, ou seja, disponibilidade, para o novo. Atuação mutiprofissional (saúde, direito, assistência social, trabalho, educação) para se expandir e multiplicar as atitudes de inclusão, sendo assim percebida, modificada e aprimorada.
ACESSIBILIDADE
Art. 12. Os sistemas de ensino, nos termos da Lei n. 10.098 de 2000 e da Lei n. 10.172 de 2001, devem assegurar a acessibilidade aos alunos que apresentem necessidades educacionais especiais, mediante a eliminação de barreiras arquitetônicas urbanísticas, na edificação – incluindo instalações, equipamentos e mobiliário – e nos transportes escolares, bem como de barreiras nas comunicações, provendo as escolas de recursos humanos e materiais necessários.
CONDIÇÕES FÍSICAS PARA AS ADAPTAÇÕES
Ambiente – conjunto de condições materiais, culturais, psicológicas, e morais que envolvam uma ou mais pessoas, atmosfera. O que rodeia ou envolve por todos os lados e constitui o meio em que se vive.
Espaço – Extensão ideal, sem limites, que contem todas as extensões finitas e todos os corpos ou objetos existentes ou possíveis
Tempo – Determina profundidade ou superficialidade da ação. Determina a pertinência ou a ignorância da ação. Determina a ideologia da ação. Quanto maior for o tempo, maiores serão as chances de aquelas ações darem certo.
Na educação inclusiva, quando maior tempo for usado, maiores são as chances de as ações darem certo.
CONDUTAS TÍPICAS
01) DISTURBIOS DE ATENÇÃO – causas biológicas, fenomenológicas, psicológicas, comportamentais, sociológicas, ecológicas.
02) HIPERATIVIDADE – causas biológicas, fenomenológicas, psicológicas, comportamentais, sociológicas, ecológicas.
03) IMPULSIVIDADE – causas biológicas, fenomenológicas, psicológicas, comportamentais, sociológicas, ecológicas.
04) ALHEAMENTO – causas biológicas, fenomenológicas, psicológicas, comportamentais, sociológicas, ecológicas.
05) AGRESSIVIDADE FÍSICA E OU VERBAL – causas biológicas, fenomenológicas, psicológicas, comportamentais, sociológicas, ecológicas.
Explicando as causas:
a) Causas biológicas: a herança genética, as anormalidades bioquímicas, as anormalidades neurológicas, as lesões no sistema nervoso central.
b) Causas fenomenológicas: o conhecimento equivocado sobre si mesmo, o uso inadequado de mecanismos de defesa, sentimentos, pensamentos e eventos subjetivos.
c) Causas psicológicas: os processos psicológicos, o funcionamento da mente (id, ego e superego), as predisposições herdadas (processos instintivos) e experiências traumáticas na primeira infância.
d) Causas comportamentais: eventos ambientais, tais como falha na aprendizagem de comportamentos adaptativos, aprendizagem de comportamentos não adaptativos e o desenvolvimento de comportamentos de não adaptativos por circunstancias ambientais estressantes.
e) Causas sociológicas: a rotulação, a transmissão cultural, a desorganização social, a comunicação destorcida, a associação diferencial, e interações negativas com outras pessoas.
INCLUSAO
Movimento social voltado para produzir a igualdade de oportunidades para todos. Quando foca sob o ângulo individual, a inclusão supõe que cada um tenha a oportunidade de fazer suas próprias escolha e, em conseqüência, construir sua própria identidade pessoal e social. A isso, a literatura especializada chama de autodeterminação.
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Conjunto de processos educacionais decorrentes da execução de políticas articuladas impeditivas de qualquer forma de segregação e de isolamento. Essas políticas buscam alargar o acesso à escola regular, ampliar a participação e assegurar a permanência de todos os alunos nela, independentemente de suas particularidades.
ESCOLA INCLUSIVA
Instituição de ensino regular aberta à matricula de todos os alunos indistintamente.
ALUNO COM DEFICIÊNCIA
Individuo com certa restrição física, mental ou sensorial, de natureza permanente ou transitória, que limita a capacidade de exercer uma mais atividades essenciais a vida diária, causada ou agravada pelo ambiente econômico e social – Convenção da Guatemala – Decreto 3.956 de 2001.
PERCURSO HISTÓRICO SOCIAL
a) Extermínio – Histórico
b) Segregação em asilos e instituições especializadas
c) Inclusão
d) Integração
PERCURSO HISTORICO LEGAL
a) Constituição Federal de 1988
b) LDB 9394 de 1996 CAPITULO V – DA EDUCAÇÃO ESPECIAL Art. 58
c) DNEE na EB – Resolução n. 02 de 2001 Artigo 3
FINALIDADES
a) APOIAR – professor e aluno.
b) COMPLEMENTAR – currículo (atendimento contra-turno).
c) SUPLEMENTAR – enriquecer currículo (superdotados).
d) SUBSTITUIR – serviços educacionais mais comuns.
ADAPTAÇÕES VIAVEIS
a) Acessibilidade
b) Infra Estrutura
c) Pedagógicas
d) Currículo
ADAPTAÇÕES CURRICULARES
a) Projeto político pedagógico
b) Currículo da classe – atividades em sala
c) Individualizadas do currículo – atuação docente na avaliação e atendimento.
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – AEE
Para promover condições para que se possa ter desenvolvimento em classe comum. Função complementar ou suplementar a formação do aluno por meio da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem as barreiras para sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de sua aprendizagem.
Público
a) alunos com deficiência – aqueles que tem impedimentos de longo prazo de deficiência física, intelectual, mental ou sensorial.
b) com transtornos globais do desenvolvimento – apresentam quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras, incluindo autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação.
c) com altas habilidades ou superdotação – aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou combinadas – intelectual, liderança, psicomotora, artes e criatividade.
FUNDEB – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação
– Decreto n. 6.571 de 2008 – Lei n. 11. 494 de 20 de junho de 2007.
- Obrigatoriedade dos alunos da Educação Especial, na escola comum de ensino e na oferta do AEE.
- Financiamento da matricula no AEE é vinculada a matricula no ensino regular da rede pública.
- Contempla
a) matricula em classe comum e em sala de recursos multifuncionais da mesma escola publica ou em outra.
b) matricula em classe comum e em centro de atendimento educacional especializado de instituição de Educação Especial pública ou em instituição de Educação Especial privada sem fins lucrativos.
ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DO AEE:
a) Identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias considerando as necessidades especificas dos alunos público-alvo da Educação Especial.
b) Elaborar e executar plano de atendimento educacional especializado, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade.
c) Organizar o tipo e o numero de atendimentos aos alunos na sala de recursos multifuncionais.
d) Acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e da acessibilidade na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da escola.
e) Estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégicas e na disponibilização de recursos de acessibilidade.
f) Orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno.
g) Ensinar e usar a tecnologia assistiva de forma a ampliar habilidades funcionais dos alunos, promovendo autonomia e participação.
h) Estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando à disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias que promovem a participação dos alunos nas atividades.
Fonte: http://edmarciuscarvalho.blogspot.com/2010/10/politicas-educacionais-e-adaptacoes.html
terça-feira, 1 de março de 2011
Uma Reflexão sobre a Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais no Acre
A construção das Salas de Recursos Multifuncionais na Rede Estadual e Municipal de Ensino deverá contribuir com a política de inclusão que pode ser determinado pelo Governo do Estado e prefeitura,cujo objetivo é tornar a escola um espaço democrático que acolha e garanta a permanência de todos os alunos, sem distinção social, cultural, étnica de gênero ou em razão de deficiência e características pessoais.Esta Sala visa propiciar o atendimento educacional especializado que posteriormente, subsidiará técnica e pedagogicamente a organização dos serviços de atendimento educacional que favoreça a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais nas classes comuns do Ensino Regular.
O Estado do Acre já dispõe de várias salas de recursos multifuncionais, porém insuficiente para atender a demanda dos 22 municípios,diante de tal questão, é primordial a implantação das SRM em todos os municípios acreanos.
A ideia é criar mais espaço, pois o AEE só ocorre em salas de recursos multifuncionais. Para ser considerada uma Sala de Recursos o espaço deve conter, de um modo geral, infraestrutura, mobiliários, materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos. A Educação Inclusiva trouxe questões a serem debatidas, desestabilizou, desacomodou, criou situações que nos fez pensar e perceber que, mesmo sem alunos visivelmente deficientes dentro da sala de aula, havia alunos excluídos. Tentar encontrar soluções para que todos tenham sua chance de aprender e buscar atender as necessidades individuais, nada mais é do que sonhar com a escola de qualidade para todos.
O atendimento educacional especializado garante o direito do aluno com necessidades educacionais especiais de ter um ensino adequado as suas necessidades. Este pode ser ministrado em uma sala de recursos na sua própria escola ou em outro lugar. A Sala de Recursos Multifuncionais é um espaço organizado e com profissionais capacitados para o atendimento às necessidades educacionais especiais, projetadas para oferecer suporte necessário à estes alunos, favorecendo seu acesso ao conhecimento.
Vanderlan Oliveira
O Estado do Acre já dispõe de várias salas de recursos multifuncionais, porém insuficiente para atender a demanda dos 22 municípios,diante de tal questão, é primordial a implantação das SRM em todos os municípios acreanos.
A ideia é criar mais espaço, pois o AEE só ocorre em salas de recursos multifuncionais. Para ser considerada uma Sala de Recursos o espaço deve conter, de um modo geral, infraestrutura, mobiliários, materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos. A Educação Inclusiva trouxe questões a serem debatidas, desestabilizou, desacomodou, criou situações que nos fez pensar e perceber que, mesmo sem alunos visivelmente deficientes dentro da sala de aula, havia alunos excluídos. Tentar encontrar soluções para que todos tenham sua chance de aprender e buscar atender as necessidades individuais, nada mais é do que sonhar com a escola de qualidade para todos.
O atendimento educacional especializado garante o direito do aluno com necessidades educacionais especiais de ter um ensino adequado as suas necessidades. Este pode ser ministrado em uma sala de recursos na sua própria escola ou em outro lugar. A Sala de Recursos Multifuncionais é um espaço organizado e com profissionais capacitados para o atendimento às necessidades educacionais especiais, projetadas para oferecer suporte necessário à estes alunos, favorecendo seu acesso ao conhecimento.
Vanderlan Oliveira
Assinar:
Postagens (Atom)

