segunda-feira, 11 de julho de 2011

Pessoas com deficiência física


É importante saber que para uma pessoa sentada é incómodo ficar olhando para cima por muito tempo, portanto, ao conversar por mais tempo que alguns minutos com uma pessoa que usa cadeira de rodas, se for possível, lembre-se de sentar, para que você e ela fiquem com os olhos no mesmo nível.
A cadeira de rodas (assim como as bengalas e muletas) é parte do espaço corporal da pessoa, quase uma extensão do seu corpo. Agarrar ou apoiar-se na cadeira de rodas é como agarrar ou apoiar-se numa pessoa sentada numa cadeira comum. Isso muitas vezes é simpático, se vocês forem amigos, mas não deve ser feito se vocês não se conhecem.
Nunca movimente a cadeira de rodas sem antes pedir permissão para a pessoa.
Empurrar uma pessoa em cadeira de rodas não é como empurrar um carrinho de supermercado. Quando estiver empurrando uma pessoa sentada numa cadeira de rodas e parar para conversar com alguém, lembre-se de virar a cadeira de frente para que a pessoa também possa participar da conversa.
Ao empurrar uma pessoa em cadeira de rodas, faça-o com cuidado. Preste atenção para não bater nas pessoas que caminham à frente. Para subir degraus, incline a cadeira para trás para levantar as rodinhas da frente e apoiá-las sobre a elevação. Para descer um degrau, é mais seguro fazê-lo de marcha à ré, sempre apoiando para que a descida seja sem solavancos. Para subir ou descer mais de um degrau em sequência, será melhor pedir a ajuda de mais uma pessoa.
Se você estiver acompanhando uma pessoa deficiente que anda devagar, com auxílio ou não de aparelhos ou bengalas, procure acompanhar o passo dela.
Mantenha as muletas ou bengalas sempre próximas à pessoa deficiente.
Se achar que ela está em dificuldades, ofereça ajuda e, caso seja aceite, pergunte como deve fazê-lo. As pessoas têm suas técnicas pessoais para subir escadas, por exemplo, e, às vezes, uma tentativa de ajuda inadequada pode até mesmo atrapalhar. Outras vezes, a ajuda é essencial. Pergunte e saberá como agir e não se ofenda se a ajuda for recusada.
Se você presenciar um tombo de uma pessoa com deficiência, ofereça ajuda imediatamente. Mas nunca ajude sem perguntar se e como deve fazê-lo.
Esteja atento para a existência de barreiras arquitectónicas quando for escolher uma casa, restaurante, teatro ou qualquer outro local que queira visitar com uma pessoa com deficiência física.
Pessoas com paralisia cerebral podem ter dificuldades para andar, podem fazer movimentos involuntários com pernas e braços e podem apresentar expressões estranhas no rosto. Não se intimide com isso. São pessoas comuns como você. Geralmente, têm inteligência normal ou, às vezes, até acima da média.
Se a pessoa tiver dificuldade na fala e você não compreender imediatamente o que ela está dizendo, peça para que repita. Pessoas com dificuldades desse tipo não se incomodam de repetir se necessário para que se façam entender.
Não se acanhe em usar palavras como "andar" e "correr". As pessoas com deficiência física empregam naturalmente essas mesmas palavras.
fonte: http://www.prodam.sp.gov.br/acess/
http://www.mbonline.com.br/cedipod/index.htm

Pessoas com paralisia cerebral


Quando você encontrar um Paralisado Cerebral, lembre-se que ele tem necessidades específicas, por causa de suas diferenças individuais. Para lidar com esta pessoa, temos as seguintes sugestões:
É muito importante respeitar o ritmo do PC, usualmente ele é mais vagaroso no que faz, como andar, falar, pegar as coisas, etc.
Tenha paciência ao ouvi-lo, a maioria tem dificuldade na fala. Há pessoas que confundem esta dificuldade e o ritmo lento com deficiência mental.
Não trate o PC como uma criança ou incapaz.
Lembre-se que o PC não é um portador de doença grave ou contagiosa, a paralisia cerebral é fruto da lesão cerebral, ocasionada antes, durante ou após o nascimento, causando desordem sobre os controles dos músculos do corpo. Portanto, não é doença e tampouco transmissível. É uma situação.
Trate a pessoa com deficiência com a mesma consideração e respeito que você usa com as demais pessoas.

fonte: http://www.prodam.sp.gov.br/acess/
http://www.mbonline.com.br/cedipod/index.htm

domingo, 10 de julho de 2011

Segredos de uma Alegria completa


Faça de cada dia, um dia especial para viver. Cada novo dia é uma nova oportunidade para você. Fale expressões positivas desde a manhã, quando acordar, até a hora em que você for dormir. A gratidão é uma excelente "vitamina" para o encorajamento e a alegria. Comece o dia agradecendo; agradeça pelo ar, pela vida, pelas flores, pelo alimento, pela fé.A melhor maneira de nutrir a fé, o otimismo e a motivação elevada é entrar para o time dos vencedores.


Associe-se, valorize e busque as boas amizades. Selecione pessoas de bem com a vida, gente de caráter, pessoas que pautam a sua vida pela fé em Deus e pelos princípios eternos.Assuma hoje uma nova atitude frente à vida. Enfrente, vença e aprenda com os erros do passado. O fracasso é apenas uma mudança temporária de direção para o próximo sucesso.


Para as pessoas felizes e vencedoras não existe impossível. Hoje você pode começar a escrever uma história nova na sua vida. Uma história de fé, de alegria e de coragem marcada por realizações incríveis.As pessoas que desfrutam da alegria completa são aquelas que aprenderam a descansar e eliminar todas as suas angústias e preocupações.Vença a mesmice. Saia da rotina. Envolva-se com 
o pensamento da possibilidade. Desenvolva atitudes de fé.

Pessoas surdas ou com deficiência auditiva ?


Não é correcto dizer que alguém é surdo-mudo. Muitas pessoas surdas não falam porque não aprenderam a falar. Muitas fazem a leitura labial, outras não.
Quando quiser falar com uma pessoa surda, se ela não estiver prestando atenção em você, acene para ela ou toque, levemente, em seu braço.
Quando estiver conversando com uma pessoa surda, fale de maneira clara, pronunciando bem as palavras, mas não exagere. Use a sua velocidade normal, a não ser que lhe peçam para falar mais devagar.
Use um tom normal de voz, a não ser que lhe peçam para falar mais alto. Gritar nunca adianta.
Fale directamente com a pessoa, não de lado ou atrás dela.
Faça com que a sua boca esteja bem visível. Gesticular ou segurar algo em frente à boca torna impossível a leitura labial. Usar bigode também atrapalha.
Quando falar com uma pessoa surda, tente ficar num lugar iluminado. Evite ficar contra a luz (de uma janela, por exemplo), pois isso dificulta ver o seu rosto.
Se você souber alguma linguagem de sinais, tente usá-la. Se a pessoa surda tiver dificuldade em entender, avisará. De modo geral, suas tentativas serão apreciadas e estimuladas.
Seja expressivo ao falar. Como as pessoas surdas não podem ouvir mudanças subtis de tom de voz que indicam sentimentos de alegria, tristeza, sarcasmo ou seriedade, as expressões faciais, os gestos e o movimento do seu corpo serão excelentes indicações do que você quer dizer.
Enquanto estiver conversando, mantenha sempre contacto visual, se você desviar o olhar, a pessoa surda pode achar que a conversa terminou.
Nem sempre a pessoa surda tem uma boa dicção. Se tiver dificuldade para compreender o que ela está dizendo, não se acanhe em pedir para que repita. Geralmente, as pessoas surdas não se incomodam de repetir quantas vezes for preciso para que sejam entendidas.
Se for necessário, comunique-se através de bilhetes. O importante é se comunicar. O método não é tão importante.
Quando a pessoa surda estiver acompanhada de um intérprete, dirija-se à pessoa surda, não ao intérprete.
Algumas pessoas mudas preferem a comunicação escrita, algumas usam linguagem em código e outras preferem códigos próprios. Estes métodos podem ser lentos, requerem paciência e concentração. Talvez você tenha que se encarregar de grande parte da conversa.
Tente lembrar que a comunicação é importante. Você pode ir tentando com perguntas cuja resposta seja sim/não. Se possível ajude a pessoa muda a encontrar a palavra certa, assim ela não precisará de tanto esforço para passar sua mensagem. Mas não fique ansioso, pois isso pode atrapalhar sua conversa.
fonte: http://www.prodam.sp.gov.br/acess/
http://www.mbonline.com.br/cedipod/index.htm

Pessoas com deficiência mental


Você deve agir naturalmente ao dirigir-se a uma pessoa com deficiência mental.
Trate-as com respeito e consideração. Se for uma criança, trate como criança. Se for adolescente, trate-a como adolescente. Se for uma pessoa adulta, trate-a como tal.
Não as ignore. Cumprimente e despeça-se delas normalmente, como faria com qualquer pessoa.
Dê atenção a elas, converse e vai ver como será divertido. Seja natural, diga palavras amistosas.
Não super proteja. Deixe que ela faça ou tente fazer sozinha tudo o que puder. Ajude apenas quando for realmente necessário.
Não subestime sua inteligência. As pessoas com deficiência mental levam mais tempo para aprender, mas podem adquirir muitas habilidades intelectuais e sociais.
Lembre-se: o respeito está em primeiro lugar e só existe quando há troca de ideias, informações e vontades. Por maior que seja a deficiência, lembre-se da eficiência da pessoa que ali está.
As pessoas com deficiência mental, geralmente, são muito carinhosas.
Deficiência mental não deve ser confundida com doença mental.
Se você chegou até aqui, certamente se importa com o assunto. A maior barreira não é arquitectónica, mas a falta de informação e pré conceitos.
Assim, compartilhe deste texto com todos de seu relacionamento e peça que eles façam o mesmo..
fonte: http://www.prodam.sp.gov.br/acess/
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sábado, 9 de julho de 2011

INCLUSÃO: TUDO COMEÇA NA FAMÍLIA E NA ESCOLA

  
 É muito fácil traçar modelos, paradigmas, criar novas terminologias, novas diretrizes e metas quando se está bem distante da realidade de um sistema educacional que vive no naufrágio, onde todos desejam nos seus discursos políticos uma educação de qualidade para todos, mas que na prática não acontece.
Como falar de Inclusão numa sociedade tão exclusiva? Como de repente deixar para trás, estigmas, preconceitos, estereótipos, tabus, barreiras, que se perpetuam na História Humana desde a origem do Homem? Como esquecer subitamente tudo o que a pessoa com deficiência vem sofrendo no decorrer de suas vidas simplesmente porque o mundo globalizado e porque não dizer a era contemporânea resolveu adotar nos seus sistemas educacionais, uma educação inclusiva, uma escola onde caibam todos os mundos, abrindo as portas para todos?
   Já se fazem alguns anos passados que grandes encontros, congressos, seminários e conferências a nível mundial mostraram em seus documentos a necessidade de incluir pessoas com deficiências no convívio entre os ditos alunos normais. Isso portanto não é nenhuma novidade, nenhum algo extraordinário, que venha causar tanta referência, tanto embaraço por parte ainda de alguns professores dentro do contexto educacional.
      A Inclusão acontece dentro de cada pessoa. No momento em que nasce um ser com deficiência e este ser é acatado, aceito, amado lá no momento da concepção, da gestação, do nascimento, do pós-nascimento, já no seio familiar inicia o processo inclusivo.  Este primeiro momento é o grande momento da inclusão. Todos os outros momentos são conseqüências                                                                                                                                                                                                             deste primeiro momento que é essencial. Isso que se retrata trata-se do quadro de deficiências congênitas ocasionadas por causas pré-gestacionais, pré-natais, e perinatais. Sem deixar de enfatizar as deficiências pós-natais, isto é, adquiridas, que quando surgem, abalam de tal modo as famílias que indo a procura de ajuda nas Instituições, chega todo mundo junto, pai, mãe, avô, avó, tio, tia, esposo, esposa, quando não, até o animal de estimação da casa. Fica repleta de pessoas a sala do gestor. Muitos casos vitimados por balas perdidas, acidentes de trânsito, uso indevido de medicamentos, traumas, dentre outros.
     Sabe-se que a figura da mãe é o visível e o invisível deste processo. Porque sendo a maior educadora de todos os tempos, e o ser deficiente sendo aceito por ela, a inclusão já brota do útero materno isto é, do mundo interior para o mundo exterior. Com este primeiro passo, com certeza acontecerá o fluir de uma chama que se acende na luta pela inclusão dentro de uma sociedade que exclui, que ameaça, que rejeita, que magoa, que fere aquela mãe no mais íntimo de suas entranhas para proteger aquele ser tão inseguro, tão indefeso, que busca calor humano, afeto, uma escola amiga, de professores amigos, acolhedores, que possam criar laços de amizade e de afetividade com seu filho, para acontecer o processo de ensino e de aprendizagem.

Por Luiza de Marilac Batista de Carvalho ¹


¹ Mestrado em Educação Especial. Especialização em Educação Especial e Deficiência Mental. Especialização em Administração Escolar e Especialização em Deficiência Visual, Auditiva, Mental e Múltiplas.


http://www.unice.br/index.php?option=com_content&view=article&id=199:inclusao-tudo-comeca-na-familia-e-na-escola&catid=57:noiticas&Itemid=102
Fonte:

Por que os alunos odeiam matematica


Fonte:http://sitenogoogle.com.br/mundodrogado/?p=235