segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Carta aberta pela MANUTENÇÃO do Decreto 6571/08 e da Política Nacional de Educação Inclusiva

EU APOIO ESTE MANIFESTO

Soubemos de fonte segura que três entidades se reuniram com a Ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, com o objetivo de preparar um decreto para modificar as políticas públicas de INCLUSÃO do Governo Federal. Esta ação tem como objetivo o desmonte da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e a REVOGAÇÃO DO DECRETO 6571/2008, que dispõe sobre o Atendimento Educacional Especializado e que foi fruto da luta da sociedade civil organizada.

O DECRETO 6571/2008 beneficia centenas de milhares de alunos público alvo da educação especial e garante o acesso e a permanência para pessoas que estavam condenadas à invisibilidade social. Este decreto cumpre os preceitos Constitucionais e responde positivamente ao artigo 24 da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (que versa sobre Educação).

Sim, Pessoas com deficiência são seres humanos que pertencem à sociedade e, como todas as outras pessoas, não podem crescer e viver segregadas em estabelecimentos específicos, institucionalizadas. O DECRETO 6571/2008 compreende a Pessoa com deficiência como sujeito de direitos e foi duramente conquistado pela sociedade civil organizada.

MUITO MAIS do que três entidades filantrópicas que caminham na contramão da inclusão e dos direitos humanos, O MANIFESTO DE APOIO À POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA, embasada na CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, é TAMBÉM UM MANIFESTO DE APOIO AO DECRETO 6571/2008, que faz computar a matrícula do aluno público alvo da educação especial em dobro no âmbito do FUNDEB. Neste sentido, em nome dos mais de 12.000 signatários do referido Manifesto (ver abaixo), afirmamos que não aceitaremos a sua revogação.

EDUCAÇÃO É DIREITO HUMANO INALIENÁVEL E DIREITOS HUMANOS SAO INEGOCIÁVEIS! DEFENDEMOS OS DIREITOS HUMANOS E OS PRINCÍPIOS DA DEMOCRACIA E DO ESTADO DE DIREITO, DEFENDEMOS A NOSSA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, DEFENDEMOS A VIDA E A CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.

VINTE CONSELHOS EFICAZES NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS


Todos nós sabemos como é importante ter uma boa e sólida relação com nossos filhos. Esta é a porta principal que nos permite navegar por suas personalidades e compreendê-los melhor e que nos leva a ter uma família estável e melhor. A seguir, damos 20 conselhos simples e eficazes que ajudarão no desenvolvimento de uma relação excelente com nossos filhos.
1.           Destine um tempo para cada um de seus filhos. Almoce com um deles, caminhe com o outro, ou mesmo saia com cada um deles separadamente. É importante que você faça com que cada um dos filhos se sinta amado individualmente, sem comparação com os irmãos. Se eles se sentirem comparados, tentarão competir pela atenção dos pais; neste caso, um ou mais deles poderia isolar-se e se sentir inseguro sem que você saiba disto!
2.   Ajude-os a construir a autoconfiança, estimulando-os e apreciando cada esforço e não só os resultados do esforço como, infelizmente, muitos de nós fazemos.
3.   Comemore suas conquistas diárias, como por exemplo, um almoço especial porque seu filho entrou para o time de futebol ou porque sua filha teve boas notas nos exames. Isto fará com que cada um deles sinta que você está interessado em suas vidas e conquistas. Nunca seja assim apenas com um deles mesmo que os outros não consigam nada. Se você procurar bem sempre encontrará alguma conquista dentro deles. Certifique-se de que você aja simbolicamente para que eles não se rivalizem agressivamente em lugar de serem felizes com as conquistas dos outros.
4.   Ensine seus filhos a pensarem positivamente. Assim, em vez de se queixar que seu filho voltou sujo da escola e se sentou para almoçar sem lavar as mãos, diga-lhe: “Parece que você se divertiu hoje na escola”.
5.   Pegue o álbum de fotografias de seus filhos de quando eram bem pequenos e conte-lhes algumas histórias desta época de suas vidas e que eles não se lembram.
6.    Fale de algumas coisas que você aprendeu com eles e lembre-lhes de como eles o ajudaram.
7.    Diga-lhes como é maravilhoso ser pai deles e como você aprecia vê-los crescer.
8.    Faça com que seus filhos escolham suas próprias roupas. Agindo assim, você estará demonstrando como respeita a decisão deles.
9.   Interaja com seus filhos quando estiver brincando com eles, como, por exemplo, suje suas mãos com barro ou aquarela, etc.
10.  Conheça a carga horária escolar de seus filhos, seus professores e amigos para que você não pergunte a eles quando voltam da escola: “o que você fez hoje?” e sim: “então, o que seu amigo (dizer o nome do amigo) fez hoje ou o que o seu professor disse a você?” Isto fará com que as crianças sintam que você conhece suas vidas em detalhe e que você se importa com eles.
11.  Quando seu filho pedir alguma coisa, não fale com ele/ela enquanto você estiver ocupado com alguma coisa, como quando as mães falam com os filhos enquanto estão cozinhando ou vendo TV, mas dê a eles total atenção e olhe direto em seus olhos quando estiverem falando com você.
12.  Almoce com sua família pelo menos uma vez por semana e discuta com todos as questões da última semana. Lembre-se de não só ouvir mas, também tentar participar, contando-lhes alguma coisa que lhe tenha acontecido na última semana também.
13.  Escreva palavras amorosas e encorajadoras, orações e até piadas em pequenos pedaços de papel para seus filhos e coloque-os próximo à cama deles ou em suas mochilas se você sai mais cedo do que eles. Isto fará com que sintam que você pensa neles todo o tempo.
14.  Faça seus filhos ouvirem você enquanto estiverem em outro cômodo da casa. Diga alto o quanto você os ama e como você se orgulha deles.
15.  Quando seus filhos fizerem suas pinturas, coloque-as em um canto especial da casa e faça com que sintam o orgulho que você sente deles.
16.  Não trate seus filhos da mesma forma que você foi tratado por seus pais, o que poderia destruí-los psicologicamente.
17.  Quando seu filho fizer algo errado, em vez de censura-lo “Você fez isto errado” diga “Por que você fez isso assim?” e ensine a ele a forma correta.
18.  Crie uma senha ou símbolo que mostre seu amor por cada um de seus filhos e certifique-se de que ninguém mais tenha conhecimento disto.
19.  Tente começar um novo dia sempre que o sol se levantar e se esqueça de todos os erros passados como se cada novo dia trouxesse uma nova oportunidade de amar seus filhos mais do que antes e descubra novos dons neles.
20.  Beije seus filhos todos os dias, abrace-os e diga-lhes que você os ama. Independente do número de vezes que você faça isto, eles sempre precisarão saber de sua paixão por eles em cada etapa da vida deles. Mesmo quando forem adultos ou quando se casarem e tiverem seus próprios filhos.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

20 qualidades do professor ideal:




Dicas de Mediação de Conflitos em sala de aula



A maior parte dos professores ignora os conflitos  que existem em sala para não prejudicar o “andamento da aula”. Porém, a psicologia avisa que os conflitos que não são resolvidos tornam-se potencialmente futuros pontos de discussão e problemas.
Ignorar um conflito definitivamente não resolve esse conflito. Ao contrário, muitas vezes ignorá-lo o torna maior e potencialmente mais tenso.
Como podemos então resolver ou mediar os conflitos que surgem em sala de aula?
Sempre que surgir um conflito em sala, pare sua aula e promova uma Assembléia onde os alunos possam falar e escutar diferentes visões do mesmo acontecimento. Mesmo que a princípio, você acabe “gastando” tempo com esse procedimento, aos poucos os alunos vão incorporando regras e valores, pois é somente a vivência que pode realmente proporcionar esse tipo de aprendizado. Com o tempo você notará que as aulas seguirão de maneira cada vez mais harmônica.
Expomos abaixo algumas dicas úteis para mediar suas “Assembléias”:
- Escutar cada conflitante, na posição imparcial.
- Dar voz e vez a todos que quiserem participar da discussão.
- Não abra mão da participação de todos da turma nessas Assembléias. Mesmo que a maioria não tenha participado diretamente do conflito, todos aprendemos muito nesse tipo de atividade.
- Ter breve conhecimento sobre a constituição cultural e social de cada parte. Isso pode facilitar o entendimento dos diferentes pontos de vista.
- Não tomar decisões baseadas em próprias experiências e compartilhar essas decisões com a Assembléia, buscando a opinião de todos, para que possam expor propostas também.
Por  Profa. Patricia Limaverde Nascimento

Frente Parlamentar Mista passa a defender direitos das pessoas com deficiencia


Deputados e senadores relançaram nesta terça-feira a Frente Parlamentar Mista de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que tem como principal objetivo é melhorar a qualidade de vida desses cidadãos no Brasil.
Segundo levantamento do Centro de Documentação da Câmara tramitam no Congresso 83 propostas relacionadas ao tema. Entre os projetos estão o Estatuto da Pessoa com Deficiência (PL 7699/06 ) e a proposta que institui uma comissão permanente na Câmara para tratar exclusivamente das deficiências.
De acordo com a 1ª vice-presidente da Câmara, deputada Rose de Freitas (PMDB-ES), a criação desse colegiado tem o apoio de todos os líderes e vai tramitar em regime de urgência.
Além de novas leis, os parlamentares da frente acham que é preciso também cuidar para que a legislação já existente seja aplicada. Segundo a presidente do grupo, deputada Rosinha da Adefal (PTdoB-AL) a legislação brasileira é a mais avançada da América Latina. Precisamos é fazer com que a lei saia do papel, disse.
Entre as medidas já aprovadas, mas ainda sem implementação, ela cita a Convenção da ONU dos Direitos das Pessoas com Deficiência ( Decreto 6.949/09 ). A convenção determina que o Estado brasileiro proteja as pessoas com deficiência e assegure que elas tenham os mesmos direitos dos demais cidadãos. Apesar de ter sido aprovada pelo Congresso em 2008, ela ainda precisa ser regulamentada para entrar em vigor.

Dilma Rousseff lança plano inédito para deficientes

Rosinha da Adefal e Romário assumem Frente de Defesa dos Direitos dos Deficientes
Campanha nacional
Além de reativar a frente, os parlamentares aderiram à Campanha da Acessibilidade, promovida pelo Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (Conade) há cinco anos. O objetivo é conscientizar a população e as autoridades a colocar em prática as ações já previstas na legislação.
Segundo o presidente do Conade, Moisés Bauer, o conceito de acessibilidade da campanha não se restringe a garantir o direito de ir e vir das pessoas com deficiência. Esse é apenas o aspecto mais visível, mas falta também acesso à educação à saúde, à cultura e ao mercado de trabalho, explica.
Bauer acrescenta que ainda há um longo caminho a ser percorrido para que as pessoas com deficiência possam estar incluídas em todos esses espaços. Esses cidadãos ainda não têm pleno acesso ao Estado Democrático de Direito, disse.
Compromisso
Para a deputada Rose de Freitas, com a adesão à campanha da acessibilidade o Parlamento assume um compromisso perante a sociedade. É um exemplo. Ninguém pode estar aqui escrevendo leis sem conferir o resultado disso na prática. Acessibilidade é uma coisa que precisa avançar, afirmou.
A iniciativa foi elogiada pelo primeiro juiz cego do País, o desembargador federal do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná Ricardo Tadeu Marques da Fonseca. Pessoas com deficiência até hoje não têm acesso a direitos mínimos, então é fundamental que o Congresso Nacional trate da questão, ressaltou.
Pelos dados do IBGE, 14,5% da população brasileira apresentam algum tipo de deficiência.
Íntegra da proposta:
Fonte: Jus Brasil

domingo, 30 de outubro de 2011

Tecnologia Assistiva – Conceito Brasileiro


Em 16 de novembro de 2006, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República - SEDH/PR, através da portaria nº 142, instituiu o Comitê de Ajudas Técnicas - CAT, que reúne um grupo de especialistas brasileiros e representantes de órgãos governamentais, em uma agenda de trabalho. O CAT tem como objetivos principais: apresentar propostas de políticas governamentais e parcerias entre a sociedade civil e órgãos públicos referentes à área de tecnologia assistiva; estruturar as diretrizes da área de conhecimento; realizar levantamento dos recursos humanos que atualmente trabalham com o tema; detectar os centros regionais de referência, objetivando a formação de rede nacional integrada; estimular nas esferas federal, estadual, municipal, a criação de centros de referência; propor a criação de cursos na área de tecnologia assistiva, bem como o desenvolvimento de outras ações com o objetivo de formar recursos humanos qualificados e propor a elaboração de estudos e pesquisas, relacionados com o tema da tecnologia assistiva.

Para elaborar de um conceito de tecnologia assistiva que pudesse subsidiar as políticas públicas brasileiras os membros do CAT fizeram uma profunda revisão no referencial teórico internacional, pesquisando os termos Tecnologia Assistiva, Tecnologia de Apoio, Ajudas Técnicas, Ayudas Tecnicas, Assistive Technology e Adaptive Technology. Alguns dos conceitos pesquisados são citados e analisados no texto que segue.

De acordo com o Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência (SNRIPD) de Portugal afirma:

“Entende-se por ajudas técnicas qualquer produto, instrumento, estratégia, serviço e prática utilizada por pessoas com deficiência e pessoas idosas, especialmente, produzido ou geralmente disponível para prevenir, compensar, aliviar ou neutralizar uma deficiência, incapacidade ou desvantagem e melhorar a autonomia e a qualidade de vida dos indivíduos.” (PORTUGAL, 2007)

Nesta descrição percebemos a grande abrangência do tema, que extrapola a concepção de produto e agrega outras atribuições ao conceito de ajudas técnicas como: estratégias, serviços e práticas que favorecem o desenvolvimento de habilidades de pessoas com deficiência.

O conceito proposto no documento "Empowering Users Through Assistive Technology" - EUSTAT, elaborado por uma comissão de países da União Européia traz incorporado ao conceito da tecnologia assistiva as varias ações em favor da funcionalidade das pessoas com deficiência afirmando:

“...em primeiro lugar, o termo tecnologia não indica apenas objetos físicos, como dispositivos ou equipamento, mas antes se refere mais genericamente a produtos, contextos organizacionais ou modos de agir, que encerram uma série de princípios e componentes técnicos.” (EUROPEAN COMMISSION - DGXIII, 1998)

Já os documentos de legislação nos Estados Unidos apresentam a TA como recursos e serviços sendo que:

“Recursos são todo e qualquer item, equipamento ou parte dele, produto ou sistema fabricado em série ou sob-medida utilizado para aumentar, manter ou melhorar as capacidades funcionais das pessoas com deficiência. Serviços são definidos como aqueles que auxiliam diretamente uma pessoa com deficiência a selecionar, comprar ou usar os recursos acima definidos.” (ADA - American with Disabilities ACT 1994)

A partir destes e outros referenciais o CAT - aprovou, em 14 de dezembro de 2007, o seguinte conceito:

“Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação, de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.” (CORDE – Comitê de Ajudas Técnicas – ATA VII)

Cadeirantes na escola



Toda criança com deficiência tem o direito de freqüentar o ensino regular, conforme estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº. 9394. Segundo Kose (2004) em países como Estados Unidos e Inglaterra, as políticas de inclusão se mostram eficientes, uma vez que já são socialmente aceitas. O caso brasileiro pode ser comparado ao dos países asiáticos. Para Kose (2004), a grande lacuna entre o “real” e o “ideal” existente nestes países torna a implantação das leis menos efetivas.

No Brasil, a inclusão destas crianças no ensino só será efetiva se a escola for aberta às diferenças e se tiver como condição básica espaços arquitetônicos livres de barreiras físicas e de informação. Sabe-se que, na prática, a falta de acessibilidade espacial é uma realidade na maioria das escolas brasileiras, o que impede a plena integração das crianças com deficiência no ensino regular.

A avaliação de um espaço tão complexo como uma escola de Ensino Fundamental e Médio requer uma aproximação maior a seus usuários cotidianos. Segundo Froyen (2004), a participação do usuário já provou ser uma das ferramentas mais eficientes de avaliação: “Nada sobre nós, sem nós”. Este contato faz parte do direito dos usuários (FROYEN, 2004), e permite de maneira mais rápida, conhecer suas ânsias, suas reais necessidades e dificuldades em relação ao uso do espaço e dos equipamentos que utilizam em seu dia a dia. A fim de complementar a fiscalização da escola com o auxilio das Planilhas Técnicas, utilizou-se o método dos Passeios Acompanhados.

O desenho universal e a acessibilidade espacial ainda são temas incipientes em nosso país e, consequentemente, apesar das conquistas legais e da reformulação da Norma Brasileira de Acessibilidade, NBR 9050/2004, ainda existem muitas lacunas e falhas. Assim para uma avaliação detalhada e mais precisa das condições de acessibilidade de ambientes edificados é necessário utilizar-se de métodos qualitativos que permitam a participação dos usuários destes locais. Estas pessoas que enfrentam dificuldades no uso diário dos espaços e equipamentos são fundamentais para complementar as avaliações técnicas realizadas a partir das normas e conhecimento teóricos sobre acessibilidade espacial.

Sem dúvida a acessibilidade espacial é fundamental para a inclusão e participação das pessoas com deficiência na sociedade. O conhecimento adquirido habilita os pesquisadores para levarem em consideração, desde o momento da concepção de projetos, a diversidade humana. Também os instrumentaliza para efetivarem melhorias, intervenções e adaptações em outros espaços existentes.