"O Mestre na arte da vida faz pouca distinção entre o seu trabalho e o seu lazer, entre a sua mente e o seu corpo, entre a sua educação e a sua recreação, entre o seu amor e a sua religião. Ele dificilmente sabe distinguir um corpo do outro. Ele simplesmente persegue sua visão de excelência em tudo que faz, deixando para os outros a decisão de saber se está trabalhando ou se divertindo. Ele acha que está sempre fazendo as duas coisas simultaneamente." Zen-Budista
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
EDUCAÇÃO INCLUSIVA – UMA LIÇÃO
Em poucos dias, toda estrutura escolar estará adormecendo, parecendo que todas as dificuldades foram vencidas e as dores que o ano letivo enfiou goela abaixo dos pais dos alunos dotados de deficiências, serão esquecidas embora atravessadas na garganta, com base na ineficiência do estado que dificulta o cumprimento das leis da sua própria criação.
Neste já em agonia, se repetiram os rituais dos anos anteriores, que depois de tanto pedir, reclamar, apelar, estar à beira da humilhação, litigando até em nível de justiça municipal, estadual e instância superior, para que a filha autista fosse recebida em Classe Regular do ensino Regular ou à Classe Especial do Ensino Regular ou ainda à Escola Especializada, a mãe recebeu da Secretaria de Educação, uma cópia do documento do Ministério Público, determinando que a aluna seja alocada à Classe Regular de Ensino Regular além do acompanhamento de professores treinados para lidar com alunos especiais, com o natural descaso, ou seja, dois meses depois do despacho.
Para quem lutou tanto, a revolta e o tamanho da mágoa no coração em relação a demora, descaso, omissão e o desrespeito com os pais, nem se põe em conta do prejuízo imenso que teve a sua filha e aluna autista por mais um ano perdido, mas sim, o estarrecimento por descobrirem que a própria escola em que está matriculada, omitiu sua inscrição no fundo de manutenção e desenvolvimento do ensino básico, deixando falhas na matrícula do ensino regular, negligenciando o fato, por julgar que o Ministério Público negasse um posicionamento favorável à inclusão da dela.
Sacrificaram minha filha, conta a mãe entristecida, pois a escola a segregou em classe distinta, inclusive com o apoio de núcleos regionais de ensino que em sintonia nada fazem pela inclusão de alunos deficientes, além de resistirem à reciclagem da sua própria profissão, embora não perdendo oportunidades para ofender, ameaçar, fazer suposições e chantagear por desdém levantando dúvidas sobre o comportamento dos pais e irmãos em relação à pessoa autista.
Quem pagará, ou compensará os anos que uma aluna autista perdeu deixando de receber a oportunidade de evoluir e ainda absorver os preceitos que as leis prevêem, pergunta a mãe desesperada pela negligência dos responsáveis pela escola e seus imediatamente superiores da secretaria de educação, propositalmente para ganharem tempo e assim continuarem não fazendo nada a respeito da inclusão escolar, mas mantendo o domínio de interesses típicos de currais políticos.
Perguntaram a mãe na secretaria de educação qual seria o documento que ela desejaria receber para a conclusão do ensino na escola?
O boletim e um relatório psicopedagógico de cada professora envolvida com a aprendizagem da aluna, para que ela possa continuar estudando e seguindo adiante no método da inclusão, agora por determinação de Justiça.
Aí todos ficaram boquiabertos, pois foi possível sentir um ar de preocupação na secretaria quando a mãe afirmou que sua filha autista vai continuar estudando e aprendendo, mesmo com as dificuldades que eventualmente enfrentará... Possivelmente por estarem chegando à conclusão que os pais dela sempre tiveram e tem razão.
Um dos problemas da educação inclusiva não são os autistas, falamos. São os educadores que despreparados, e isto não se pode generalizar, até por falta de recursos que o próprio estado não lhes concede, mas nem por isso ela vai pendurar o despacho do Ministério Público por seu Promotor de Justiça, num quadro da sala vibrando pela vitória cada vez que passa na sua frente.
Novos casos de alunos autistas estão aí e surgindo a todo instante... A mãe da nossa história espera que mais nenhum pai de autista tenha que acionar a justiça e ainda trilhar mesmo caminho doloroso que ela e seu marido trilharam e ainda ouvindo absurdos que beiravam a desumanidade.
Ela lamenta profundamente que os integrantes daquela escola tivessem um comportamento tão reprovável e se penitencia por ter deixado sua filha perder tanto tempo lá, mesmo considerando a situação que prevalece principalmente em pequenas e médias cidades do interior de um estado.
Evidentemente que os integrantes da escola tentaram melosamente contornar a fúria daquela mãe, passando mal pela imensa carga mista de revolta e emoção presa no seu coração, que ao ser liberada, mesmo assim o desabafo não lhe deixou feliz pelo alto preço que lhe custou.
A mãe da aluna autista não encara o despacho do Ministério Público determinando a inclusão da sua filha, aluna autista, na Classe Regular do Ensino Regular como uma vitória depois de uma boa briga, mas sim como uma aprendizagem que jamais será esquecida por todos que dela participaram inclusive os céticos.
São experiências para serem divididas.
Para os alunos deficientes, autistas ou não, que estejam enfrentando as mesmas situações, ela deseja melhor sorte para serem incluídos no sistema inclusivo, e principalmente que sejam amparados pelas leis que regem a Educação sem passar por tantas agruras que ela e sua família passaram.
Cada ano, as requisições de histórico escolar dos alunos para matriculas normais a transferência entre escolas são mais frequentes. Para pessoas com deficiência, autistas ou não, principalmente a falta de organização e conhecimento de síndromes em escolas pode complicar pedidos para inclusão.
Procure manter a documentação, laudos, atestados, certificações e acervo em ordem, bem como seus itens essenciais para evitar dissabores e danos, às vezes irreparáveis.
Abençoada sejas, mãe, por esta lição de amor que nos dá.
Dilma se emociona no lançamento do Plano Nacional dos Direitos dos Deficientes
A presidente Dilma Rousseff se emocionou nesta quinta-feira, 17, ao lançar, no Palácio do Planalto, o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. 'Este é um momento em que vale a pena ser presidente', disse Dilma, se mostrando bastante emocionada, sob aplausos dos presentes. Logo em seguida, Dilma foi interrompida por uma mãe que pedia mais atenção aos autistas. 'Sou mãe de um autista e peço ao governo pelo amor de Deus que dê mais atenção aos autistas', disse a mulher. A presidente, porém, não respondeu, e continuou seu discurso.
O plano nacional pretende promover a inclusão social e a autonomia da pessoa portadora de deficiência, ao eliminar barreiras e permitir o acesso a bens e serviços disponíveis a toda a população. Com metas a serem cumpridas até 2014, o plano conta com previsão orçamentária de R$ 7,6 bilhões e as ações serão executadas em conjunto por 15 órgãos do governo federal, sob a coordenação da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
‘Minha Casa 2’ vai beneficiar pessoas com deficiência, diz Dilma
A Presidente afirmou que casas do plano serão ‘adaptáveis’. ‘Viver Sem Limite’ vai atuar nas áreas de educação, saúde e inclusão social.
A presidente Dilma Rousseff disse na manhã desta segunda-feira (21), durante seu programa de rádio “Café com a presidenta”, que o programa Minha Casa Minha Vida 2 também irá beneficiar as pessoas com deficiência.
Segundo Dilma, as casas serão adaptadas. “Todas as casas destinadas às famílias que ganham até R$ 1.600,00 serão adaptáveis. Todas elas terão portas mais largas e corredores e banheiros mais amplos para facilitar a locomoção das pessoas com deficiência”.
O Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência destinará R$ 7,6 bilhões, até 2014, em ações na área de educação, saúde, inclusão social e acessibilidade. Para a presidente, o plano garantirá direitos e vai oferecer estímulo à pessoa com deficiência.
“O Viver sem Limite é um plano de garantia dos direitos, de apoio e estímulo à pessoa com deficiência. Vamos investir R$ 7,6 bilhões até 2014 para melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência e reduzir os obstáculos que excluem ou limitam o seu convívio social. O Viver sem Limite é parte do compromisso do nosso governo de lutar contra toda espécie de desigualdade e a favor da oportunidade para todos”.
Compra de ônibus
Dilma entende que o plano vai colocar a criança com deficiência na escola e que o governo fará sua parte com a compra de equipamento necessário.
“Um objetivo importante do plano é criar as condições para que todas as crianças e adolescentes com deficiência estejam nas escolas. Muitas vezes, essas crianças estão fora das salas de aula porque não há transporte disponível. Então, nós vamos comprar 2.600 ônibus acessíveis. Também vamos equipar 17 mil escolas públicas, as APAEs e outras instituições de educação especial, com salas com recursos multifuncionais”.
Mercado de trabalho
A presidente explicou como pretende abrir as portas do mercado de trabalho aos deficientes.
“No Pronatec, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego, deixamos reservadas 150 mil vagas para capacitar as pessoas com deficiência. Outra coisa importante nesse plano é que os jovens que recebem o Benefício da Prestação Continuada (BPC) e forem contratados como aprendizes poderão continuar no programa por até dois anos. Assim, eles têm chances de aprender uma profissão sem perder a proteção do benefício. Outra novidade importante é o retorno imediato ao BPC em caso de perda de emprego”.
De acordo com Dilma, o governo também vai melhorar as condições de acesso a equipamentos que facilitem a vida das pessoas com deficiência.
“Criamos uma linha de crédito para a compra de equipamentos como cadeiras de rodas motorizadas, impressoras Braille e lupas eletrônicas. O governo também vai deixar de cobrar impostos sobre equipamentos de saúde e educação destinados a pessoas com deficiência. Outra ação importante é a criação de cinco centros tecnológicos para treinamento e uso de cães-guia. Nós vamos criar um centro em cada região do país”.
Fonte: G1
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
DICAS PARA AJUDAR SEU FILHO
Dicas que podem ajudar o desenvolvimento de seu filho na escola:
• A criança necessita de pais presentes e de receber orientações diariamente.
• É necessário que os pais sejam referências positivas na vida dos filhos.
• Demonstre interesse pela vida escolar do seu filho.
• Acompanhe suas atividades escolares.
• Converse sobre sua rotina na escola (colegas, educadores, o que está aprendendo...)
• Olhe para seu filho, escute-o, sinta como ele está vivenciando suas descobertas, dificuldades, dúvidas, etc.
• Valorize suas conquistas e procure ajudá-lo diante dos desafios.
• Oriente-o sobre como estudar, incentive suas leituras.
• Saiba dizer “não”, colocar limites ajuda seu filho a crescer com segurança e respeito.
• Diante de alguma insatisfação em relação à escola, não transfira suas opiniões para seu filho. Procure a escola para conversar e tentar resolver a dificuldade.
• Participe das atividades curriculares e extra-curriculares promovidas pela escola.
• Ajude seu filho a enfrentar pequenas frustrações que podem surgir no dia-a-dia. É importante agir com coerência diante de seu filho.
Lembrem-se:
Os pais são educadores insubstituíveis na formação dos filhos.
Fonte:http://geniferre.blogspot.com/2010/03/atividades-para-o-1-ano.html
• A criança necessita de pais presentes e de receber orientações diariamente.
• É necessário que os pais sejam referências positivas na vida dos filhos.
• Demonstre interesse pela vida escolar do seu filho.
• Acompanhe suas atividades escolares.
• Converse sobre sua rotina na escola (colegas, educadores, o que está aprendendo...)
• Olhe para seu filho, escute-o, sinta como ele está vivenciando suas descobertas, dificuldades, dúvidas, etc.
• Valorize suas conquistas e procure ajudá-lo diante dos desafios.
• Oriente-o sobre como estudar, incentive suas leituras.
• Saiba dizer “não”, colocar limites ajuda seu filho a crescer com segurança e respeito.
• Diante de alguma insatisfação em relação à escola, não transfira suas opiniões para seu filho. Procure a escola para conversar e tentar resolver a dificuldade.
• Participe das atividades curriculares e extra-curriculares promovidas pela escola.
• Ajude seu filho a enfrentar pequenas frustrações que podem surgir no dia-a-dia. É importante agir com coerência diante de seu filho.
Lembrem-se:
Os pais são educadores insubstituíveis na formação dos filhos.
Fonte:http://geniferre.blogspot.com/2010/03/atividades-para-o-1-ano.html
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